sexta-feira, 21 de julho de 2017

ELUCIDAÇÕES DE RAMATÍS SOBRE A BENZEÇÃO: O homem, em verdade, é uma usina viva que pode exercer função terapêutica em si mesmo ou no próximo


ELUCIDAÇÕES DE RAMATÍS SOBRE A BENZEÇÃO.
RAMATÍS

PERGUNTA: - Podeis explicar-nos como o processo de benzer alivia e cura eczemas, cabreiros ou demais afecções do gênero?

RAMATÍS: - Deus serve-se das criaturas humildes e benfeitoras para, através da terapêutica exótica do benzimento, do exorcismo, do passe ou da simpatia, auxiliar os encarnados a expurgar de sua intimidade os miasmas e as toxinas perispirituais geradas pelo pecado. Os benzedores ou passistas desempenham a função de verdadeiros desintegradores vivos, cujas mãos, em ritmo e movimentos adequados, projetam a energia terapêutica sobre os núcleos dos átomos etereoastralinos, destruindo a virulência do atomismo físico.
O homem, em verdade, é uma usina viva que pode exercer função terapêutica em si mesmo ou no próximo, conforme as expressões da sua própria vontade, conhecimento e treino. Então, ele produz estados vibratórios semelhantes às ondulações dos modernos aparelhos de radioterapia ou eletroterapia da vossa ciência médica, que projetam raios de ultra-som, infravermelho ou ultravioleta. A mente ajusta e controla o comprimento de ondas, enquanto o coração age como fonte de energia curadora, cujo potencial é tão intenso quanto seja o grau amoroso e a pureza espiritual do seu doador. Assim, a aura fluídica do eczema, do cobreiro, da impingem ou do quebranto desintegra-se sob o bombardeio da carga viva do magnetismo hiperdinamizado pelo passista ou benzedor. E os fluidos nocivos da infecção, desintegrando-se, retomam à fonte do astral inferior. No entanto, mesmo depois de curado pelo benzimento ou pelos passes, o paciente só evitará as recidivas caso também serene a sua mente e adoce o coração endurecido.
Quando os passistas, benzedores ou médiuns são criaturas abnegadas e desprendidas de quaisquer interesses mercenários, eles têm a assistência dos bons espíritos, que os ajudam a obter êxito na sua tarefa socorrista aos enfermos do corpo e da alma.

PERGUNTA: - Mas os médicos alegam que, em face do progresso admirável da "Dermatologia" moderna, eles podem curar todas as enfermidades da pele sem precisar das práticas ridículas ou tolas dos benzimentos, passes mediúnicos ou exorcismos. Que dizeis?

RAMATÍS: - Não opomos dúvida quanto ao êxito do tratamento moderno e benfeitor das "dermatoses", quer por via injetável, uso de pomadas, pós secativos ou medicações alopáticas aplicadas no local da pele ofendida. Porém, assim mesmo, os tóxicos psíquicos emitidos pelo homem de temperamento irascível ou colérico, depois de aderidos ao perispírito, transbordam pela carne produzindo moléstias e infecções cutâneas indesejáveis. E quando esses vírus ficam impedidos de ser drenados por um determinado eczema ou cobreiro, então, eles convergem para outra região orgânica mais debilitada, onde possam subsistir e proliferar.
A "cura" de obstrução, que a Medicina efetua de "fora para dentro", pela cicatrização artificial ou prematura dessa válvula de escape aberta na pele, não assegura a cura verdadeira ou definitiva, pois o estancamento rápido do foco infeccioso não consegue extinguir o tóxico psíquico deletério, que prossegue, em efervescência, no mundo oculto da própria alma, para, depois, surgir "travestido" noutra moléstia equivalente à infecção primitiva, a qual apenas foi deslocada para outra zona do corpo.

DO LIVRO: "MEDIUNIDADE DE CURA" RAMATÍS/HERCÍLIO MAES - EDITORA DO CONHECIMENTO.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

BIBLIA REPLETA DE RELATOS DE MEDIUNIDADE – MOMENTO ESPÍRITA


BÍBLIA REPLETA DE RELATOS DE MEDIUNIDADE

O fenômeno é dos mais antigos.

Recuando no tempo, encontramos registros em um dos livros primeiros da Humanidade, a Bíblia.

No versículo segundo, do capítulo primeiro do livro de Gênesis, se lê: As trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus movia-Se sobre as águas.

O homem pressentia a presença do Criador. O que quer dizer, o homem registra, desde sempre, o Mundo além da esfera física. O Mundo dos seres espirituais.

Paulo de Tarso, dando-se conta dessa percepção especial do ser humano a denominou dom.

E a respeito se estendeu em sua Epístola aos Coríntios, descrevendo as suas variedades.

Enquanto na Terra, o Homem de Nazaré deu provas múltiplas da inter-relação entre ambos os Mundos, físico e o espiritual.

Falou aos Espíritos atormentados e que se chamavam Legião, na cidade de Gadara; aos que agrediam o jovem que Lhe é trazido para ser curado.

Senhor dos Espíritos – assim O denominaram por descobrirem que os Espíritos Lhe obedeciam.

Seria somente no século XIX, no entanto, que este dom seria amplamente estudado e decodificado, pelo sábio Allan Kardec. E ele lhe deu nome específico: mediunidade.

A capacidade de ser intermediário entre um mundo e outro, entre uma e outra dimensão. Médium, ou intermediário.

Ainda hoje bastante incompreendida, é a mediunidade, contudo, uma faculdade inerente ao ser humano.

Dela quase todos os homens têm resquícios. Alguns mais, outros menos.

Mas, quem já não teve a impressão de ter alguém, incorpóreo, ao seu lado, velando por si, em horas dolorosas?

Quem já não se referiu à interferência de seres angélicos em momentos de grande dificuldade?

Quem não entregou o filho que parte para terras distantes aos cuidados de um ser que chama anjo de guarda, anjo guardião, protetor, orientador?

Quem já não ouviu o sussurrar de vozes imperceptíveis, no interior de si mesmo?

Dificilmente se encontrará alguém que disso tudo não tenha um mínimo registro, senão por si mesmo, por alguém de sua família.

Isso nos diz que o Mundo Espiritual se faz presente de forma constante no Mundo físico.

Pode-se dizer que há uma interpenetração de um e outro.

Movemo-nos na esfera física. Nossos atos e pensamentos repercutem na esfera espiritual.

Ninguém segue só. Como dizia o Apóstolo Paulo: Estamos rodeados por uma nuvem de testemunhas.

Sombras, Espíritos, guias. Não importa como os chamemos, eles são realidade.

E silenciosamente velam por nós. Discretamente nos orientam. Sutilmente nos vão dando notas de que têm sobre nós seus atentos olhares.

Quando estiver a ponto de desanimar por se acreditar só, abandonado, pense que alguém, da Espiritualidade, guarda a sua vida e vela por você.

Você pode não crer. Mas não importa. Mesmo assim, os que o amam estão com você.

Dos Irmãos do Momento Espírita

Colaboração do nosso Irmão Wanderley Alves (G E Maria Vaz – RJ)

domingo, 18 de dezembro de 2016

O MAIOR PRESENTE:

O maior presente




Dezembro! Natal! Paz! Mês, comemoração, sentimento. Dezembro é o período em que o nascimento de Jesus e a paz entre os homens são recordados. No entanto, a lembrança mais evidenciada é a do Papai Noel, do pinheiro, da neve e dos presentes, apesar do aniversariante ser o Mestre Jesus, o meigo Rabi da Galileia, Guia e modelo da Humanidade.

A presença de Jesus na Terra, há dois mil anos, objetivou lembrar à Humanidade as Verdades divinas das quais os homens se afastaram, esqueceram e abandonaram.

Esteve entre nós para expor e vivenciar o Amor em excelsitude, a fim de que a Humanidade jamais esquecesse da sua presença e dos seus inigualáveis exemplos. Revelou palavras de vida eterna, exemplificou-as, iluminou as mentes e os corações, prometeu um consolador e um reino que não é deste mundo.

De volta, pela segunda vez, convoca todos à auto iluminação, a conhecer-se a si mesmo e a construir um mundo novo, um mundo de paz.

Se há o desejo de presentear jesus na data de seu aniversário, que as suas pegadas sejam seguidas e seus ensinos aplicados.

Atualmente, a Doutrina Espírita vem restituir a pureza das belas lições que Ele nos legou, repetindo-as, esclarecendo-as, iluminando e consolando os corações aflitos e sedentos de conforto como outrora fizera na Palestina.

Lembrar Papai Noel, pinheiro, neve, presentes materiais é atender aos apelos do mundo, no entanto, jamais esquecer o apelo do Mestre Jesus que aguarda, há dois mil anos, o despertar das consciências para as Verdades divinas que libertam.

O maior presente de Natal é aplicar na vida de relação uns com os outros a exemplificação do amor e da caridade, conforme Ele ensinou.

Cultivar a benevolência, a indulgência, o perdão; destruir internamente o homem velho, enquanto se constrói os valores morais ainda adormecidos; desejar ao próximo o que gostaria para si; e construir a paz interior é o maior presente a ser oferecido a si próprio e ao Cristo na instalação de um mundo melhor e na efetivação da paz na Terra.

O mundo de paz só será construído com a aplicação das Verdades reveladas por Jesus que, desde o momento de sua chegada na manjedoura, anunciou o destino da Terra: “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade entre os homens.”


Feliz Natal!




Fonte: FEB - Revista Reformador



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/o-maior-presente/#ixzz4TCku0tFU

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ENCARNAÇÃO DE JESUS NO PLANETA TERRA (por ser muito elevado, levou séculos de preparação para descida vibratória)





Observando a natureza ao nosso redor e refletindo sobre o mistério de sua origem, através do germinar de uma semente, da divisão das células surgindo a vida de um ser, do equilíbrio dos planetas gravitando no espaço, o raciocínio lógico e sensato nos obriga a admitir a existência de uma força oculta a coordenar todo estes fenômenos.

Acrescentando a isto as reflexões sobre as informações que nos chegam através do processo mediúnico podemos, já sem dúvida alguma, crer, através da compreensão, na existência de outras realidades além da nossa realidade física.

Segundo a espiritualidade, nestas outras realidades extrafísicas, as leis que regem o tempo são completamente diferentes da nossa terceira dimensão.

Submetido à Vontade do Criador, a partir destas outras realidades vibratórias, inúmeras Entidades Siderais coordenam o processo evolutivo nos Universos astrais. E, desde há muito tempo, Elas coordenavam a preparação do planeta Terra para receber espíritos de outras moradas celestes para aqui evoluírem.

Dentro desta Comunidade de Espíritos Puros foi eleito um para assumir a tarefa de conduzir os espíritos em evolução.
Este Ser, demonstrando o exemplo de renúncia, preparou-se para nascer também num corpo biológico na terceira dimensão.

Para isto, durante aproximadamente 1.000 anos terrestre, realizou sua “descida vibratória” para o processo de encarnação.

Ele nasceu num momento propício para trazer sua mensagem, demonstrando pessoalmente qual deveria ser o comportamento a ser adotado por todos nós no atual estágio evolutivo.

Este Ser recebeu o nome de Jesus; e, durante sua jornada terrestre, não criou nenhum templo religioso, e não pregava nas sinagogas da época. Ele caminhava entre os povos das comunidades curando os doentes e pregando a “Boa Nova”; e ensinava que todos nós deveríamos amar o Criador acima de todas as coisas, entrando constantemente em sintonia com Ele.

E, também, deveríamos aprender a convivermos uns com os outros, atendendo não ao nosso egoísmo e sim praticando a caridade do servir aos nossos semelhantes.

Jesus não criou nenhuma religião; as religiões que surgiram utilizando o nome de Dele foram criadas pelos homens, de conformidade com o nível cultural local de cada comunidade.
Com isto, criaram-se rituais e cerimonias que atendiam o estado psicológico de cada povo.

Jesus nasceu para mostrar o caminho da “salvação” a todos nós, espíritos ainda imaturos, através da mudança de nosso comportamento. Milhares de oportunidades já tivemos para realizar este aprendizado através das reencarnações; e, agora que vivemos o momento predito por Ele, como o “Final dos Tempos”, temos a chance de nos libertamos das algemas do processo cármico, vivenciando o Seu Evangelho.

NOTA:
Não há surpresas nem confusões no funcionamento do mecanismo sideral do Cosmo; em consequência, foram perfeitamente previstas e determinadas todas as premissas, etapas e conclusões na vida messiânica do Mestre Jesus, o Redentor dos homens terrenos.

Irmãos da Nova Era Espírita

sábado, 20 de agosto de 2016

QUEM FOI O MESTRE SAINT GERMAIN ?










Existem vários registros de sua vida somando mais de 112 anos de existência e aparentando sempre ter 45 a 50 anos de idade, causando muita curiosidade, viajando bastante, prevendo fatos, preparando elixires e frequentando as cortes do século XVIII.

Sua origem verdadeira é desconhecida. Apareceu em Milão, Gênova, Veneza, Paris, Londres, São Petesburgo, Índia, Rússia, África, China e outros. Ele afirmava que vinha da Ásia onde havia participado de peregrinações em mosteiros das regiões montanhosas, tendo ainda sido hóspede do Xá da Pércia.

A última encarnação do Mestre foi como Conde de Saint Germain, na França no século XVIII.

É desta época que existem os maiores registros de sua permanência na terra. Viveu na França, em Paris onde ficou sob os cuidados pessoais de Luiz XV, desfrutando da afeição do rei que lhe deu uma suíte com vários aposentos no castelo Chambord (foto).

Muitas vezes passava noites inteiras em Versailles com o rei e a família real. Tinha muita facilidade em se dirigir às grandes personalidades sem se importar com suas posições nem títulos.

St. Germain não comia carne, não bebia vinho, o Conde nunca foi visto comendo ou bebendo. Nas festas da corte enquanto todos comiam ele só bebia água. Era opinião quase universal que ele tinha muito charme e se apresentava sempre de maneira muito cortês. Além do mais, no ambiente social, mostrava uma variedade de dons, tocava muito bem diversos instrumentos musicais, e algumas vezes parecia dotado de poderes e capacidades que alcançavam o nível do misterioso e do incompreensível.

Há registros de suas viagens de 1710 a 1822. No entanto não podemos tratar de cada período de maneira completa porque Saint Germain muitas vezes desaparecia durante vários meses.

Algumas vezes desaparecia por bastante tempo e reaparecia de repente, deixando entender ter estado em outro mundo, em comunicação com os “mortos”.

O Conde costumava afirmar que havia vivido bastante para conhecer: Jesus e seus pais, que havia estado nas bodas de Canaã e que sabia do fim triste de Jesus. Disse também que a Virgem Maria o havia impressionado tanto que ele mesmo tinha pedido sua canonização no concílio de Nicéia no ano de 325 d.C.

Falava 12 línguas: francês, alemão, italiano, inglês, russo, português, espanhol, grego, latim, sânscrito, persa e o chinês. Este era um conhecimento raríssimo para época e nunca foi explicado.

St. Germain afirmava ter aprendido as coisas da natureza por sua própria aplicação e pesquisa. Sabia tudo sobre ervas e plantas e havia inventado os medicamentos que usava com frequência e que prolongavam sua vida e sua saúde. Era conhecido por muitos como o homem dos milagres que previa fatos e transformava objetos.

Foi um hábil diplomata. Agia de forma a chamar atenção da alta sociedade. Se vestia de forma sóbria onde se destacavam os diamantes que usava nas roupas e sapatos. Era um homem simples e bom, dava atenção às pessoas mais humildes. O Conde de Saint Germain viveu durante muitos séculos, frequentemente aparecia em lugares diferentes e distantes um do outro na mesma época. Não existe registro de sua morte.

Foi músico, tocava violino, foi cantor e pintor. Nenhum de seus quadros, existem até hoje, mas dizem que as pinturas a óleo eram maravilhosas reproduções de jóias que brilhavam como se fossem reais. Foi também um excelente joalheiro e um famoso alquimista que estudava os metais nobres. Foi conhecido como curandeiro, salvou da morte algumas pessoas com graves doenças.

Foi o fundador das sociedades secretas. Fez parte da Loja Maçônica em Paris juntamente com os iluministas: Russeau, Voltaire e Benjamin Franklin.

Teve muitas outras encarnações como: Mago Merlin, o velho sábio que ajudou o rei Arthur a fundar a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda. Foi o profeta Samuel, foi José pai de Jesus. Foi também Cristóvão Colombo, o descobridor da América e foi Francis Bacon, filho da Rainha Isabel I, da Inglaterra, Shakespeare, Leonardo da Vinci.

O príncipe da prússia Karl Von Kassel disse: Saint Germain foi um dos maiores filósofos que jamais viveram. Era amigo da humanidade, não desejava a riqueza senão para poder distribuir aos pobres. Amava os animais e apenas a felicidade dos outros era o suficiente para lhe encher o coração. O Conde de Saint Germain era um devotado alquimista, acreditava na medicina universal e realizou estudos sobre o magnetismo animal. Suas tentativas pacifistas facilitaram seu contato com monarcas na Europa. Na corte francesa o Conde de Saint Germain apareceu para previnir Maria Antonieta esposa do Rei Luiz XVI do súbito início da Revolução Francesa.

A verdadeira missão de Saint Germain era auxiliar no progresso da ciência, encaminhar a humanidade para a religião não dogmática e estimular a evolução geral.


Bibliografia:
“A Doutrina Secreta” de Madame Blavatsky
“Conde de Saint Germain” de Isabel Cooper-Oakley.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

ONDE COMEÇA O UMBRAL?

ONDE COMEÇA O UMBRAL? O desenho abaixo, elaborado por Heigorina Cunha, mostra as camadas materiais relacionadas ao nosso planeta, desde o núcleo em suas profundezas até a crosta (borda marrom). A partir da crosta temos três faixas representando zonas de sofrimento no mundo espiritual, designadas por “Umbral”. São elas respectivamente: – Primeira esfera: comporta as regiões purgatoriais mais dolorosas e de cujas organizações comunitárias, conquanto estejam tão próximas, tem-se poucas notícias sobre elas. – Segunda esfera: abriga o umbral mais ameno, onde os Espíritos do Bem localizam, com mais amplitude, sua assistência, e onde estão situadas as “moradias”. Cada desenho semi-retangular assinalado nessa região representa uma “moradia”. – Terceira esfera: a rigor, ainda faz parte do umbral pois, sendo de transição, abriga espíritos ainda necessitados de reencarnação. É aí que se localiza a colônia “Nosso Lar”, representada por uma estrela. A partir da quarta faixa, estão as zonas espirituais mais elevadas. Segundo nos ensina Allan Kardec, nas perguntas 84 a 87 em “O Livro dos Espíritos”, o mundo espiritual é o mundo habitado pelos espíritos, também denominado “mundo normal primitivo”, isto é, aquele que surgiu primeiro. O mundo espiritual sempre existiu e continuará existindo mesmo que o mundo material deixe de existir. Mas o que nos intriga realmente é: onde está esse mundo espiritual? onde é que ele efetivamente começa? Para compreendermos melhor essa questão é preciso voltar um pouco no tempo… Durante mais de 1500 anos, nossos pensamentos e até mesmo nossa relação com o Criador, bem como nosso destino aqui na Terra e depois da morte, eram determinados, impostos mesmo, pela Igreja. Sobretudo após a morte, nosso destino estava determinado ao inferno, localizado “em baixo” (de onde?!?!?) e o céu ficava “em cima”(de que?!?!?). Ora, como isso é possível se a Terra é uma esfera? E ainda tinha o purgatório, de onde as almas só poderiam ser resgatadas se alguém intercedesse por elas; caso contrário, ali ficariam indefinidamente… É por esses motivos, e outros mais, que ainda encontramos tanta dificuldade em compreender os ensinamentos dos Espíritos Superiores sobre a vida espiritual, sobre a existência dos espíritos (que somos nós mesmos, porém sem o corpo material) e a maneira como esses dois mundos, o material e o espiritual se relacionam. Assim como na estrutura física do nosso planeta as camadas subterrâneas se interpenetram, sem que haja uma linha divisória definitiva entre uma camada e outra, o mesmo se dá em relação ao mundo espiritual, com a diferença de que elas se definem pelo nível de evolução dos espíritos que as habitam. Isso significa que as zonas espirituais mais próximas da Terra são aquelas habitadas por espíritos ainda imperfeitos, portanto ainda sujeitos ao erro e ao sofrimento, e as zonas espirituais mais distantes são habitadas pelos espíritos mais evoluídos. É na pergunta de número 87 que encontramos a resposta: os espíritos desencarnados estão entre nós. Ou seja, o mundo espiritual começa aqui mesmo onde estamos!!! Somos igualmente espíritos, porém no momento encarnados! Se os espíritos podem nos visitar, nos acompanhar, isso significa que o mundo espiritual está em toda parte! Aplicando essa verdade para o nosso mundo íntimo, lembremo-nos das palavras de Jesus: “O Reino de Deus está dentro de vós!” Ou seja, o mundo espiritual começa efetivamente em nós mesmos! E para que possamos alcançar os níveis superiores, o roteiro nos foi dado por Ele mesmo: fazer aos outros todo o bem que gostaríamos que os outros nos fizessem! FONTE: ESPIRTY BOOK

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

DIS DOS PAIS É DIA DE DEUS.....






Pensando em Deus, pensa igualmente nos homens, nossos irmãos.
Detém-te, de modo especial, na simpatia e no amparo possível, em favor daqueles que se fizerem pais ou tutores.
As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam…
Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre; outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e, ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!…
Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.
Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinqüência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.
A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas.
Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.
Do livro “Seara de Fé”, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier


AutorEmmanuel


Médium