sábado, 20 de agosto de 2016

QUEM FOI O MESTRE SAINT GERMAIN ?










Existem vários registros de sua vida somando mais de 112 anos de existência e aparentando sempre ter 45 a 50 anos de idade, causando muita curiosidade, viajando bastante, prevendo fatos, preparando elixires e frequentando as cortes do século XVIII.

Sua origem verdadeira é desconhecida. Apareceu em Milão, Gênova, Veneza, Paris, Londres, São Petesburgo, Índia, Rússia, África, China e outros. Ele afirmava que vinha da Ásia onde havia participado de peregrinações em mosteiros das regiões montanhosas, tendo ainda sido hóspede do Xá da Pércia.

A última encarnação do Mestre foi como Conde de Saint Germain, na França no século XVIII.

É desta época que existem os maiores registros de sua permanência na terra. Viveu na França, em Paris onde ficou sob os cuidados pessoais de Luiz XV, desfrutando da afeição do rei que lhe deu uma suíte com vários aposentos no castelo Chambord (foto).

Muitas vezes passava noites inteiras em Versailles com o rei e a família real. Tinha muita facilidade em se dirigir às grandes personalidades sem se importar com suas posições nem títulos.

St. Germain não comia carne, não bebia vinho, o Conde nunca foi visto comendo ou bebendo. Nas festas da corte enquanto todos comiam ele só bebia água. Era opinião quase universal que ele tinha muito charme e se apresentava sempre de maneira muito cortês. Além do mais, no ambiente social, mostrava uma variedade de dons, tocava muito bem diversos instrumentos musicais, e algumas vezes parecia dotado de poderes e capacidades que alcançavam o nível do misterioso e do incompreensível.

Há registros de suas viagens de 1710 a 1822. No entanto não podemos tratar de cada período de maneira completa porque Saint Germain muitas vezes desaparecia durante vários meses.

Algumas vezes desaparecia por bastante tempo e reaparecia de repente, deixando entender ter estado em outro mundo, em comunicação com os “mortos”.

O Conde costumava afirmar que havia vivido bastante para conhecer: Jesus e seus pais, que havia estado nas bodas de Canaã e que sabia do fim triste de Jesus. Disse também que a Virgem Maria o havia impressionado tanto que ele mesmo tinha pedido sua canonização no concílio de Nicéia no ano de 325 d.C.

Falava 12 línguas: francês, alemão, italiano, inglês, russo, português, espanhol, grego, latim, sânscrito, persa e o chinês. Este era um conhecimento raríssimo para época e nunca foi explicado.

St. Germain afirmava ter aprendido as coisas da natureza por sua própria aplicação e pesquisa. Sabia tudo sobre ervas e plantas e havia inventado os medicamentos que usava com frequência e que prolongavam sua vida e sua saúde. Era conhecido por muitos como o homem dos milagres que previa fatos e transformava objetos.

Foi um hábil diplomata. Agia de forma a chamar atenção da alta sociedade. Se vestia de forma sóbria onde se destacavam os diamantes que usava nas roupas e sapatos. Era um homem simples e bom, dava atenção às pessoas mais humildes. O Conde de Saint Germain viveu durante muitos séculos, frequentemente aparecia em lugares diferentes e distantes um do outro na mesma época. Não existe registro de sua morte.

Foi músico, tocava violino, foi cantor e pintor. Nenhum de seus quadros, existem até hoje, mas dizem que as pinturas a óleo eram maravilhosas reproduções de jóias que brilhavam como se fossem reais. Foi também um excelente joalheiro e um famoso alquimista que estudava os metais nobres. Foi conhecido como curandeiro, salvou da morte algumas pessoas com graves doenças.

Foi o fundador das sociedades secretas. Fez parte da Loja Maçônica em Paris juntamente com os iluministas: Russeau, Voltaire e Benjamin Franklin.

Teve muitas outras encarnações como: Mago Merlin, o velho sábio que ajudou o rei Arthur a fundar a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda. Foi o profeta Samuel, foi José pai de Jesus. Foi também Cristóvão Colombo, o descobridor da América e foi Francis Bacon, filho da Rainha Isabel I, da Inglaterra, Shakespeare, Leonardo da Vinci.

O príncipe da prússia Karl Von Kassel disse: Saint Germain foi um dos maiores filósofos que jamais viveram. Era amigo da humanidade, não desejava a riqueza senão para poder distribuir aos pobres. Amava os animais e apenas a felicidade dos outros era o suficiente para lhe encher o coração. O Conde de Saint Germain era um devotado alquimista, acreditava na medicina universal e realizou estudos sobre o magnetismo animal. Suas tentativas pacifistas facilitaram seu contato com monarcas na Europa. Na corte francesa o Conde de Saint Germain apareceu para previnir Maria Antonieta esposa do Rei Luiz XVI do súbito início da Revolução Francesa.

A verdadeira missão de Saint Germain era auxiliar no progresso da ciência, encaminhar a humanidade para a religião não dogmática e estimular a evolução geral.


Bibliografia:
“A Doutrina Secreta” de Madame Blavatsky
“Conde de Saint Germain” de Isabel Cooper-Oakley.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

ONDE COMEÇA O UMBRAL?

ONDE COMEÇA O UMBRAL? O desenho abaixo, elaborado por Heigorina Cunha, mostra as camadas materiais relacionadas ao nosso planeta, desde o núcleo em suas profundezas até a crosta (borda marrom). A partir da crosta temos três faixas representando zonas de sofrimento no mundo espiritual, designadas por “Umbral”. São elas respectivamente: – Primeira esfera: comporta as regiões purgatoriais mais dolorosas e de cujas organizações comunitárias, conquanto estejam tão próximas, tem-se poucas notícias sobre elas. – Segunda esfera: abriga o umbral mais ameno, onde os Espíritos do Bem localizam, com mais amplitude, sua assistência, e onde estão situadas as “moradias”. Cada desenho semi-retangular assinalado nessa região representa uma “moradia”. – Terceira esfera: a rigor, ainda faz parte do umbral pois, sendo de transição, abriga espíritos ainda necessitados de reencarnação. É aí que se localiza a colônia “Nosso Lar”, representada por uma estrela. A partir da quarta faixa, estão as zonas espirituais mais elevadas. Segundo nos ensina Allan Kardec, nas perguntas 84 a 87 em “O Livro dos Espíritos”, o mundo espiritual é o mundo habitado pelos espíritos, também denominado “mundo normal primitivo”, isto é, aquele que surgiu primeiro. O mundo espiritual sempre existiu e continuará existindo mesmo que o mundo material deixe de existir. Mas o que nos intriga realmente é: onde está esse mundo espiritual? onde é que ele efetivamente começa? Para compreendermos melhor essa questão é preciso voltar um pouco no tempo… Durante mais de 1500 anos, nossos pensamentos e até mesmo nossa relação com o Criador, bem como nosso destino aqui na Terra e depois da morte, eram determinados, impostos mesmo, pela Igreja. Sobretudo após a morte, nosso destino estava determinado ao inferno, localizado “em baixo” (de onde?!?!?) e o céu ficava “em cima”(de que?!?!?). Ora, como isso é possível se a Terra é uma esfera? E ainda tinha o purgatório, de onde as almas só poderiam ser resgatadas se alguém intercedesse por elas; caso contrário, ali ficariam indefinidamente… É por esses motivos, e outros mais, que ainda encontramos tanta dificuldade em compreender os ensinamentos dos Espíritos Superiores sobre a vida espiritual, sobre a existência dos espíritos (que somos nós mesmos, porém sem o corpo material) e a maneira como esses dois mundos, o material e o espiritual se relacionam. Assim como na estrutura física do nosso planeta as camadas subterrâneas se interpenetram, sem que haja uma linha divisória definitiva entre uma camada e outra, o mesmo se dá em relação ao mundo espiritual, com a diferença de que elas se definem pelo nível de evolução dos espíritos que as habitam. Isso significa que as zonas espirituais mais próximas da Terra são aquelas habitadas por espíritos ainda imperfeitos, portanto ainda sujeitos ao erro e ao sofrimento, e as zonas espirituais mais distantes são habitadas pelos espíritos mais evoluídos. É na pergunta de número 87 que encontramos a resposta: os espíritos desencarnados estão entre nós. Ou seja, o mundo espiritual começa aqui mesmo onde estamos!!! Somos igualmente espíritos, porém no momento encarnados! Se os espíritos podem nos visitar, nos acompanhar, isso significa que o mundo espiritual está em toda parte! Aplicando essa verdade para o nosso mundo íntimo, lembremo-nos das palavras de Jesus: “O Reino de Deus está dentro de vós!” Ou seja, o mundo espiritual começa efetivamente em nós mesmos! E para que possamos alcançar os níveis superiores, o roteiro nos foi dado por Ele mesmo: fazer aos outros todo o bem que gostaríamos que os outros nos fizessem! FONTE: ESPIRTY BOOK

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

DIS DOS PAIS É DIA DE DEUS.....






Pensando em Deus, pensa igualmente nos homens, nossos irmãos.
Detém-te, de modo especial, na simpatia e no amparo possível, em favor daqueles que se fizerem pais ou tutores.
As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam…
Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre; outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e, ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!…
Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.
Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinqüência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.
A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas.
Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.
Do livro “Seara de Fé”, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier


AutorEmmanuel


Médium

sexta-feira, 1 de abril de 2016

BRASIL PÁTRIA DO EVANGELHO


brasil pela Nasa

Foto do Brasil tirada pela Nasa

BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO,

PÁTRIA DO EVANGELHO

A fim de vivenciarmos a caridade, fazendo a nossa bonita parte, sempre em nome do Amor, da Calma, da Luz, da Paz, da Razão, da Verdade e da Virtude, no lugar que estivermos e com quem estivermos. “Conforme as sugestões dos Amigos e Benfeitores Espirituais, com sustentabilidade junto de seus parceiros reencarnados, residentes em nosso Planeta Terra, orientados por nosso Guia e Modelo, Nosso Senhor Jesus Cristo, na programação de Nosso Pai Maior, nosso DEUS, ou Criador do Universo”.


BRASILEIROS: Em 21-12-1971 no segundo “PINGA FOGO”, o nosso “CHICO XAVIER”, que voltou para o “MUNDO DOS ESPÍRITOS” em 30 de junho de 2002, nossa CASA MAIOR. “Referente aos problemas do nosso Brasil que estamos vivenciando no momento”, materializou muitas palavras em nome do Amor, da Calma, da Luz, da Paz, da Razão, da Verdade e da Virtude. Por gentileza, vamos fazer a nossa bonita parte no lugar que estivermos e com quem estivermos. Vejam no YouTube: Chico Xavier – “Pinga Fogo – Programa 2″.

BRASIL CRISTO REDENTOR

• Em viagem noturna em nosso Brasil: Iniciando pelas luzes da grande São Paulo, Sorocaba, Itapetininga, SP, Ponta Grossa próximo de Curitiba, PR, Joinville, Balneário Camboriú, Florianópolis e Criciúma em SC, Porto Alegre, Caxias do Sul, Santa Maria e Passo Fundo no RS, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Maringá e Londrina, PR, Presidente Prudente, Marília, Araçatuba, SP, Três Lagoas, Dourados e Campo Grande, MS, Rondonópolis, Cuiabá e Sinop, MT, Manaus, AM, Santarém, PA, Macapá, AP, Belém e Marabá, PA, São Luis e Imperatriz, MA, Teresina, PI, Fortaleza, CE, Mossoró e Natal, RN, Campina Grande e João Pessoa, PB, Recife, Caruaru e Petrolina, PE, Maceió, AL, Aracaju, SE, Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista e Ilhéus, BA, Linhares e Vitória, ES, Campos de Goytacazes e Rio de Janeiro, RJ, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Ipatinga, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Montes Claros, MG, Palma, TO, Brasilia, DF, Anápolis e Goiânia, GO, Uberlândia e Uberaba, MG, Franca, região de Ribeirão Preto, região de São José do Rio Preto, região de Bauru, região de Campinas, região de São José dos Campos, e região de Santos, SP.

CHICO BRASIL PÁTRIA DO EVANGELHO

BRASIL,

CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO

Ditado pelo Espírito: Humberto de Campos

Psicografado por: Francisco Cândido Xavier


Meus caros filhos. Venho falar-vos do trabalho em que agora colaborais com o nosso amigo desencarnado, no sentido de esclarecer as origens remotas da formação da Pátria do Evangelho a que tantas vezes nos referimos em nossos diversos comunicados. O nosso irmão Humberto tem, nesse assunto, largo campo de trabalho a percorrer, com as suas facilidades de expressão e com o espírito de simpatia de que dispõe, como escritor, em face da mentalidade geral do Brasil. Os dados que ele fornece nestas páginas foram recolhidos nas tradições do mundo espiritual, onde falanges desveladas e amigas se reúnem constantemente para os grandes sacrifícios em prol da humanidade sofredora. Este trabalho se destina a explicar a missão da terra brasileira no mundo moderno. Humboldt1 , visitando o vale extenso do Amazonas, exclamou, extasiado, que ali se encontrava o celeiro do mundo. O grande cientista asseverou uma grande verdade: precisamos, porém, desdobrá-la, estendendo-a do seu sentido econômico à sua significação espiritual. O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro.
Nestes tempos de confusionismo amargo, consideramos de utilidade um trabalho desta natureza e, com a permissão dos nossos maiores dos planos elevados, empreendemos mais esta obra humilde, agradecendo a vossa desinteressada e espontânea colaboração. Nossa tarefa visa a esclarecer o ambiente geral do país, argamassando as suas tradições de fraternidade com o cimento das verdades puras, porque, se a Grécia e a Roma da antiguidade tiveram a sua hora, como elementos primordiais das origens de toda a civilização do Ocidente; se o império português e o espanhol se alastraram quase por todo o planeta; se a França, se a Inglaterra têm tido a sua hora proeminente nos tempos que assinalam as etapas evolutivas do mundo, o Brasil terá também o seu grande momento, no relógio que marca os dias da evolução da humanidade. Se outros povos atestaram o progresso, pelas expressões materializadas e transitórias, o Brasil terá a sua expressão imortal na vida do espírito, representando a fonte de um pensamento novo, sem as ideologias de separatividade, e inundando todos os campos das atividades humanas com uma nova luz. Eis, em síntese, o porquê da nossa atuação, nesse sentido.
O nosso irmão encontra mais facilidade para vazar o seu pensamento em soledade com o médium, como se ainda se encontrasse no seu escritório solitário; daí a razão por que as páginas em apreço foram produzidas de molde a se aproveitarem as oportunidades do momento. Peçamos a Deus que inspire os homens públicos, atualmente no leme da Pátria do Cruzeiro, e que, nesta hora amarga em que se verifica a inversão de quase todos os valores morais, no seio das oficinas humanas, saibam eles colocar muito alto a magnitude dos seus precípuos deveres. E a vós, meus filhos, que Deus vos fortaleça e abençoe, sustentando-vos nas lutas depuradoras da vida material.

Emmanuel

evangelho de jesus
Todos os estudiosos que percorreram o Brasil, estudando alguns detalhes dos seus oito milhões e meio de quilômetros quadrados, se apaixonaram pela riqueza das suas possibilidades infinitas. Eminentes geólogos definiram-lhe os tesouros do solo e naturalistas ilustres lhe classificaram, a fauna e a flora, maravilhados ante as suas prodigiosas surpresas.
Nas paisagens suntuosas e inéditas, onde o calor suave dos trópicos alimenta e perfuma todas as coisas, há sempre um traço de beleza e de originalidade empolgando o espírito do viajor sedento de emoções. Afãs, se numerosos pensadores e artistas notáveis lhe traduziram a grandiosidade de mundo novo, contando “lá fora” as inesgotáveis reservas do gigante da América, todo esse espírito analítico não passou da esfera superficial das apreciações, porque não viram o Brasil espiritual, o Brasil evangélico, em cujas estradas, cheias de esperança, luta, sonha e trabalha o povo fraternal e generoso, cuja alma é a “flor amorosa de três raças tristes”, na expressão harmoniosa de um dos seus poetas mais eminentes.
2 As reservas brasileiras não se circunscrevem ao mundo de aço do progresso material, que impressionou fortemente o espírito de Humboldt, mas se estendem, infinitamente, ao mundo de ouro dos corações, onde o país escreverá a sua epopeia de realizações morais, em favor do mundo. Jesus transplantou da Palestina para a região do Cruzeiro a árvore magnânima do seu Evangelho, a fim de que os seus rebentos delicados florescessem de novo, frutificando em obras de amor para todas as criaturas.
Ao cepticismo3 da época soará estranhamente uma afirmativa desta natureza. O Evangelho? Não seria mera ficção de pensadores do Cristianismo o repositório de suas lições? Não foi apenas um cântico de esperança do povo hebreu, que a Igreja Católica adaptou para garantir a coroa na cabeça dos príncipes terrestres? Não será uma palavra vazia, sem significação objetiva na atualidade do globo, quando todos os valores espirituais parecem descer ao sepulcro caiado” da transição e da decadência? Mas, a realidade é que, não obstante todas as surpresas das ideologias modernas, a lição do Cristo aí está no planeta, aguardando a compreensão geral do seu sentido profundo. Sobre ela, levantaram-se filosofias complicadas e as mais extravagantes teorias salvacionistas. Em seu favor, muitos milhares de livros foram editados e algumas guerras ensanguentaram o roteiro dos povos. Entretanto, a sublime exemplificação do Divino Mestre, na sua expressão pura e simples, só pede a humildade e o amor da criatura, para ser devidamente compreendida.
Do seu entendimento decorre aquele “Reino de Deus” em cada coração, de que falava o Senhor nas suas meigas pregações do Tiberíades — reino de amor fraternal, cuja luz é o único elemento capaz de salvar o mundo, que se encaminha para os desfiladeiros da destruição. E os verdadeiros aprendizes, os crentes sinceros no poder e na misericórdia do Senhor, esperam, com os seus labores obscuros, o advento da cristianização da humanidade, quando os homens, livres de todos os símbolos sectários de separabilidade, puderem entender, integralmente, as maravilhas ocultas da obra cristã.
Nas suas dolorosas provações dos tempos modernos, quando quase todos os valores morais sofrem o insulto da mais ampla subversão, esses espíritos heroicos e humildes sabem, na sua esperança e na sua crença, que, se Deus permite a prática de tantos absurdos, por parte dos poderosos da Terra, que se embriagam com o vinho da autoridade e da ambição, é que todas essas lutas nada mais representam do que experiências penosas, por abreviar a compreensão geral das leis divinas no porvir. E, serenos na sua resignação e na sua sinceridade, conhecem, ainda, que as lições do Evangelho não são símbolos mortos e aguardam, cheios de confiança no mundo espiritual, a alvorada luminosa do renascimento humano.
Nessa abençoada tarefa de espiritualização, o Brasil caminha na vanguarda. O material a empregar nesse serviço não vem das fontes de produção originariamente terrena e sim do plano invisível, onde se elaboram todos os ascendentes construtores da Pátria do Evangelho. Estas páginas modestas constituem, pois, uma contribuição humilde à elucidação da história da civilização brasileira em sua marcha através dos tempos. Têm por único objetivo provar a excelência da missão evangélica do Brasil no concerto dos povos e que, acima de tudo, todas as suas realizações e todos os seus feitos, forros dos miseráveis troféus das glórias sanguinolentas, tiveram suas origens profundas no plano espiritual, de onde Jesus, pelas mãos carinhosas de Ismael4, acompanha desveladamente a evolução da pátria extraordinária, em cujos céus fulguram as estrelas da cruz.
São elas, ainda, um grito de fé e de esperança aos que estacionam no meio do caminho. Ditadas pela voz de quem já atravessou as estradas poeirentas e tristes da Morte, dirigem-se aos meus companheiros e irmãos da mesma comunidade e da mesma família, exclamando: — Brasileiros, ensarilhemos, para sempre, as armas homicidas das revoluções!… Consideremos o valor espiritual do nosso grande destino. Engrandeçamos a pátria no cumprimento do dever pela ordem, e traduzamos a nossa dedicação mediante o trabalho honesto pela sua grandeza! Consideremos, acima de tudo, que todas as suas realizações hão de merecer a luminosa sanção de Jesus, antes de se fixarem nos bastidores do poder transitório e precário dos homens!
Nos dias de provação, como nas horas de venturas, estejamos irmanados numa doce aliança de fraternidade e paz indestrutível, dentro da qual deveremos esperar as claridades do futuro. Não nos compete estacionar, em nenhuma circunstância, e sim marchar, sempre, com a educação e com a fé realizadora, ao encontro do Brasil, na sua admirável espiritualidade e na sua grandeza imperecível!

Humberto de Campos (Espírito)

coração do mundo pátria

ORAÇÃO PELO BRASIL

” Senhor!

Tu nos deste o Brasil por pátria de luz para o trabalho!
Ajuda-nos a viver de modo a nos transformarmos nos teus braços no mundo.
Contudo, nesta hora grave, pela qual passa o povo brasileiro, faz com que os ensinamentos do Cristo nos permita contribuir de forma lúcida e competente.
Então, Senhor, concede-nos o momento para pedirmos por esta nação e, sobretudo, por nossa gente:
– Que nenhum brasileiro seja o símbolo da guerra;
– Que nenhum de nós fomente a discórdia e a desunião;
– Que nas lutas da vida nossas armas sejam a honestidade, a bondade, a dignidade e a força irrefreável do labor;
– Que nossas críticas ferinas sejam transmutadas no apoio moral e na ordem que do alto emana: Pacificai!
– Que as disputas no cenário político sejam um convite à reflexão; e que o refletir traduza a necessidade da ação por meio da disciplina e da democracia conscientes! “

Que Assim Seja!

(Eurípedes Barsanulfo)

CORAÇÃO DO MUNDO

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

A PROFECIA DOS 70 PERÍODOS DE DANIEL:






“Setenta semanas foram fixadas a teu povo e à tua cidade santa para dar fim à prevaricação, selar os pecados e expiar a iniqüidade, para instaurar uma justiça eterna, encerrar a visão e a profecia e ungir o Santo dos Santos. Sabe, pois, e compreende isto: desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido, haverá sete semanas; depois, durante sessenta e duas semanas, ressurgirá, será reconstruída com praças e muralhas. Nos tempos de aflição. depois dessas sessenta e duas semanas, um ungido será suprimido, e ninguém {será} a favor dele. A cidade e o santuário serão destruídos pelo povo de um chefe que virá. Seu fim {chegará} com uma invasão, e até o fim haverá guerra e devastação decretada. Concluirá com muitos uma sólida aliança por uma semana e no meio da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; sobre a asa das abominações virá o devastador, até que a ruína decretada caia sobre o devastado” (Daniel 9:24-27)


Antes de mais nada, devemos esclarecer que a profecia de Daniel conhecida como 70 semanas ou 490 anos é na verdade uma profecia de 70 períodos, com cada período equivalendo a um ano.


A palavra hebraica contida no texto é “shavuim” que siginifica períodos e não “shavua”, essa sim significa semanas. No livro de Daniel, capitulo 10 versículo 2 , a palavra “shavua” (semanas) é usada, aqui sim, designando semanas. Já no capítulo 9, o termo usado é ‘shavuim”


Então correto na tradução não é utilizar a palavra semanas, e sim, períodos.


Por isso, a profecia não é de 70 semanas, mas sim de 70 períodos. Sendo assim jamais poderia ser considerada como uma profecia de 490 anos. Isso fica ainda mais claro aqui:


"No ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falou o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos." (Daniel 9:2)


Jesus cita a profecia dos 70 períodos como algo que iria acontecer posteriormente a sua morte, so esse fato já poria fim a tese do encerramento da profecia no ano 34 Dc que alguns teólogos teimam em demarcar. Mas Jesus vai mais alem:




“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim” (Mateus 24:14)


Ora, no ano de 34, o evangelho não tinha sido pregado no mundo inteiro, até porque a Austrália e as Américas eram praticamente desconhecidas do “mundo civilizado”


E após Jesus dizer que “então virá o fim” ele cita a profecia de Daniel, ou seja, a profecia de Daniel é realmente para os tempos finais da tribulação:


“e então chegará o fim. Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel {9,27} - o leitor entenda bem “ (Mateus 24:14-15)


Mas resta um último argumento dos teólogos que defendem a profecia dos 70 períodos (pra eles, 70 semanas ou 490 anos): ele dizem que Jesus afirmou em Mateus 24 que a profecia ocorreria naquela geração que vivia o povo judeu. Vejamos o que Jesus diz nessa PARÁBOLA:


“Aprendei, pois, {esta} parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas {coisas,} sabei que ele está próximo, às portas Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas {coisas} aconteçam." (Mateus 24:32-34)


Reparem, Jesus é claro: ele diz que esta contando uma PARÁBOLA. A geração, nessa parábola, diz respeito a geração das folhas, o ato da figueira fazendo com que as folhas novas sejam geradas. O verão nessa parábola representa o nascer de uma nova estação, cheia de luz. Ou seja, Jesus mostra que os 70 anos da profecia dos 70 períodos são o prenúncio da nova “estação” e esses 70 anos são o período em que a Terra (figueira) será renovada (brotar de novas folhas, o nascimento da humanidade mais fraterna, ou seja, que após esses 70 anos o verão chegaria, a figueira brotaria, simbolizando a nova Terra .


Feitos esses esclarecimentos, podemos agora iniciar a interpretação dessa famosa profecia de Daniel:


"Sabe, pois, e compreende isto: desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido, haverá sete períodos; depois, durante sessenta e dois períodos, ressurgirá, será reconstruída com praças e muralhas. Nos tempos de aflição" (Daniel 9:25)


A restauração foi em 1967 e não em 1948.


Em 1948 foi a CRIAÇÃO do estado de Israel, mas a profecia fala em restauração de Jerusalém ao domínio judeu.


Sua RESTAURAÇÃO, a restauração de Jerusalém ao domínio dos judeus se refere aos territórios obtidos na guerra dos seis dias em 1967. A criação do estado israelense ocorreu em 1948, no entanto consideramos profeticamente a restauração em 1967, quando territórios foram restaurados ao estado israelense, pois Jerusalém orienta, a cidade velha que pertencia aos judeus no passado só voltou ao domínio dos judeus em 1967 e não em 1948, pois quando da criação do Estados de Israel, a cidade velha de Jerusalém não estava no domínio dos judeus e a profecia de Daniel fala claramente: restauração de Jerusalém

Mais sobre essa questão pode ser visto aqui: AQUI

“Desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido, haverá sete períodos”


Esses 7 períodos fariam cair no ano de 1973 (67,68,69,70,71,72,73), exatamente na guerra do Yom Kippur (outubro de 1973), A unção do chefe ocorreu 7 anos (períodos), desde a restauração (67) até a unção (73). Repare, a profecia é clara em dizer que “desde a restauração”, ou seja, devemos contar o período (ano) da restauração, dessa forma os 7 periodos ficam: 67,68,69,70,71,72,73


Em 1973 Israel defende os territórios ocupados a partir de 1967 de uma ofensiva da Síria e do Egito (a guerra do Yom Kippur), quando Israel se afirma como o “chefe” daquela região que conquistou em 1967. Essa foi a unção do chefe, até porque aquela região da Cisjordânia e Jerusalém oriental está sob domínio israelense até hoje.



“Durante sessenta e dois períodos, ressurgirá, será reconstruída com praças e muralhas. Nos tempos de aflição”


Esse período vai de 1974+ 62 anos , o que vai dar em 2035. Essa reconstrução vem acontecendo ate hoje, desde a guerra do Yom Kippur, passando pelas guerras com o Líbano, os conflitos constantes com os palestinos e sobretudo a construção da muralha de mais de 400km que separa o território israelense da Cisjordânia, que começou a ser construída em 2002, visando aumentar o controle de Israel sobre a área que já controla (a Cinsjordânia) de forma ilegal, visto que são territórios por direito dos palestinos. São realmente “tempos de aflição”




“depois desses sessenta e dois períodos, um ungido será suprimido, e ninguém (será) a favor dele. A cidade e o santuário serão destruídos pelo povo de um chefe que virá”.


Aqui temos a clara definição da derrota de Israel pra alguma força invasora, pois o ungido (estado de Israel) será suprimido. A cidade e o santuário (Jerusalém é a cidade, Al Aksa e o Domo da rocha são o santuário) serão destruídos durante a guerra com o povo que virá....esse povo serão os árabes, ligados as forças chinesas que formarão o último exército do anticristo, o cavalo amarelo descrito na Bíblia.





“Seu fim (chegará) com uma invasão, e até o fim haverá guerra e devastação decretada”.


O fim se refere a invasão árabe durante o Armagedon (guerra no monte Megido), que devastará Israel


“Concluirá com muitos uma sólida aliança por um período e no meio do período fará cessar o sacrifício e a oblação;”


A aliança com muitos é aliança entre árabes e chineses, todo o mundo muçulmano. Colocar fim ao sacrifício e a oblação indicam claramente a destruição do Domo da rocha e Al Aksa. Essa profecia como veremos a seguir se une a profecia dos 1290 dias, pois com a construção do Domo da Rocha os sacrifícios foram cessados, no entanto a oblação (oferenda feita a Deus) também cessará, o que indica muito provavelmente a destruição do Domo da Rocha e Al Aksa.


“sobre a asa das abominações virá o devastador, até que a ruína decretada caia sobre o devastado”


Vemos na profecia dos 1290 dias que a abominação do devastador se estabeleceu em 1999, mas que nessa data da profecia, ou seja, em 2036, virá o próprio devastador, que nada mais é do que o asteróide Apophis que já está exercendo sua atuação magnética sobre o planeta Terra, sendo que passará mais próximo nos anos de 2013, 2029 e 2036. A ruína do devastador ou destruidor (tradução do termo Apophis) ocorrerá em 2036, quando se encerra a profecia dos 70 períodos, iniciada em 1967 (pois contamos o ano de 1967 também, por isso ela termina em 2036 e não em 2037) Devastador ou destruidor é a mesma descrição do Apocalipse paraAbadom ou Apolion, a Besta que sobe do abismo e é precipitada a Terra, a primitiva serpente que é como os egípcios descreviam Apep, que em grego se escreve Apophis.









Nostradamus descreve em uma de suas quadras a ascensão do grande rei do terror em 1999:


Centúria 10 Quadra 72


“Em 1999 e sete meses,


do céu virá um grande rei do terror.


Ressuscitará o grande rei D’ANGOLMOIS.


Antes que Marte reine pela felicidade”.


O ano de 1999 é o 33ª ano da profecia dos 70 períodos, exatamente o ano (33) em que Jesus foi crucificado. Nostradamus, hábil conhecedor das profecias bíblicas deixou esse pequeno véu para aqueles que tivessem olhos de ver: o ano 33 foi o ano da ascensão do Cristo, do Mestre, do Cordeiro e também seria no futuro o ano da ascensão do grande rei, só que do terror (o oposto do Cristo). A ascensão do grande rei do Terror remete a passagem do Apocalipse que fala da “Besta que sobe do abismo” e que depois será precipitada sobre a terra, varrendo com sua cauda um terço das estrelas. Tanto João no Apocalipse 11 como Daniel na profecia dos 70 períodos viram exatamente o mesmo evento, no Apocalipse mais específico sobre a queda dos Estados Unidos e em Daniel mais específico sobre a queda de Jerusalém. Aliás, 2 quadras depois desta quadra, Nostradamus deixou claro que o mundo não acabaria em 1999:


Centúria 10 Quadra 74


“No andamento do grande número sétimo


Aparecerá nesse tempo os jogos da hecatombe


Não longe da grande idade milésima,


Os que entraram sairão de sua tumba”.


O grande número sétimo representa o terceiro milênio da Era Cristã (o ano sete mil segundo a cronologia bíblica, que começará segundo o calendário hebraico em 2240 com o início do sétimo milênio hebraico) ou século 21 e isso fica claro ao somar os números da centúria e da quadra (10+7+4). Ou seja, entre o início do século 21 e a chegada do sétimo milênio (2240) aparecerão os jogos da hecatombe.

Hecatombe significa carnificina, jogos da hecatombe são disputas envolvendo carnificina. O ultimo versículo provavelmente se refere ao umbral, lugar profundo (tumba) o que significa o ápice da limpeza dessa região do astral mais inferior da Terra durante o exílio planetário. A profecia mostra também que isso ocorrerá não longe do ano 2000 ( grande idade milésima) e no andamento do século 21.

Centúria 8 – Quadra 16


“No lugar em que Deus fez fabricar seu barco


Será tão grande e súbito o dilúvio


Que nenhum lugar, nenhuma terra será poupada


A Onda subirá com os Jogos Olímpicos”


O barco que dirige os rumos do Cristianismo foi fabricado em Roma, com a criação no ano de 325 do Cristianismo Romano por Constantino. Será um evento súbito, que destruirá tudo pela elevação das águas, e fará com que nenhum lugar da Terra seja poupado. A onda de água subirá na época dos jogos olímpicos, mais precisamente no ano de 2032, o que se alinha a profecia de Dom Bosco na profecia da Lua Plena. Esse desastre na Itália, que destruirá Roma e boa parte da Europa, além de atingir todo o resto do planeta, será a mega erupção do vulcão Etna, o maior e mais ativo vulcão da Europa, será também o primeiro dos três “ais” descritos no Apocalipse, e abrirá passagem para o inicio do Armagedon, a invasão de tropas muçulmanas ao território de Israel, exatamente o evento descrito por Daniel no capitulo 9. O Etna é 3 vezes maior que o Vesúvio, a base do Etna tem mais de mil quilometros quadrados e sua circunferência mede 140 kilometros, sendo também o vulcão mais alto da Europa com mais de 3.300 metros de altura. Ao iniciar sua atividade monstruosa, todos os demais vulcões na Itália também entrarão, numa reação em cadeia, entre eles o Stromboli e o Vesúvio (os três vulcões são vulcões ativos atualmente).






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sábado, 26 de dezembro de 2015

O DIA E A HORA NINGUÉM SABE?




"Mas DAQUELE DIA E HORA NINGUÉM SABE, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai". (Mateus 24:36)



Muitos amigos usam esse versículo como argumento pra contestar que alguém tenha profetizado o dia e a hora dos eventos que iriam ocorrer no ápice da Tribulação.


Lá pelo ano 30 e pouco da nossa era, Jesus afirmou o verbo no PRESENTE (ninguém SABE). Ou seja, ele deixou claro que naquele momento ninguém sabia mas em nenhum momento anulou a possibilidade de que no futuro alguém viesse a saber.


E aí fica a pergunta: Depois de retornar ao céu , ao Pai que está nos céus, como Jesus mesmo dizia, Deus não revelaria o dia e a hora pra Jesus? Não seria essa a grande revelação do livro da Revelação(Apocalipse)?


Eu tenho convicção que após subir aos céus Jesus soube da data exata e a relatou para João na Revelação, data essa que João deixou velada para que fosse descoberta somente no momento certo.


E pitorescamente a frase esta proferida em Mateus 24:36, exatamente o dia e a hora, dia 24 e meio dia ( a trigésima sexta hora é o meio dia após um dia inteiro). Coincidência, será?



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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ESPECIALISTA FORENSE REVELA A VERDADEIRA APARÊNCIA DE JESUS CRISTO:


(Foto: Reprodução)
Representado na arte cristã como um homem branco de cabelos longos e castanhos, Jesus Cristo na realidade pode ter sido bem diferente dessa visão. Segundo um especialista forense, o filho de Deus teria pele mais escura, cabelo curto e encaracolado.

O artista Richard Neave conseguiu recriar a face de Jesus estudando crânios com técnicas forenses. No resultado final, Cristo aparece com um rosto largo, olhos castanhos, uma espessa barba e a pele bronzeada.

(Foto: Divulgação / Daily Mail)




Estas características seriam provavelmente típicas dos judeus da região da Galileia, ao norte de Israel no Oriente Médio. Sem descrições de sua aparência no Novo Testamento da Bíblia ou desenhos antigos, historiadores e cientistas sempre debateram como seria de fato a fisionomia do filho de Deus.

Além disso, nenhum esqueleto ou restos mortais foram encontrados para estudar o DNA de Cristo. Desta forma, Neave analisou diversos cadáveres encontrados na região por onde Jesus passou e recriou o rosto do homem padrão que viveu no mesmo tempo que ele. Segundo o norte-americano, o modelo é muito mais preciso do que qualquer pintura feita por grandes mestres da arte ao longo da história.
(Foto: Divulgação / Daily Mail)
A técnica utiliza dados culturais e arqueológicos, assim como métodos similares aos usados para solucionar crimes hoje em dia. De acordo com o cientista, eventos descritos no Jardim Getsêmani, texto do Novo Testamento no evangelho de Mateus, mostram que Jesus se assemelhava muito aos seus discípulos.

Diante disso, Neave analisou três crânios de galileus semitas da época encontrados por arqueólogos isralenses para traçar um padrão entre eles. Eles utilizaram tomografias computadorizadas para recriar verdadeiras fatias dos crânios para descobrir detalhes que compõem a face de cada indivíduo.

Com ajuda de programas, conseguiram calcular as medidas do crânio e como os músculos e a pele se apresentavam na face. Características como a cor dos olhos, do cabelo não puderam ser analisadas desta forma, os pesquisadores apelaram para registros da cultura judaica da época e citações na Bíblia, buscando padrões estéticos encontrados comumente entre as pessoas.